quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Clarice Lispector é tudo de bom!

Clarice Lispector

“Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes… tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
- E daí? Eu adoro voar!
Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre.”
“Não me prendo a nada que me defina. Sou companhia, mas posso ser solidão. Tranqüilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. Música alta e silêncio. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer… Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Ou toca, ou não toca.”
“É curioso não saber dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.”

sábado, 16 de agosto de 2014

Eu ACREDITO!

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EU ACREDITO!

Talvez isto me custe muito caro!
Talvez eu venha sofrer, como já sofro por acreditar demais.
Talvez acreditar seja um erro.
Talvez seja uma dádiva.
Certeza que teremos decepções, frustrações,
Acreditar nas pessoas é um risco muito alto.
Mas desacreditar, é não viver!
É não se entregar as coisas de cabeça, corpo e alma.
Desacreditar é viver com o pé atras, inseguro, infeliz, viver pela metade.
Desacreditar é achar que o mundo conspira contra nós, é viver um mundo paralelo e vazio.
Acreditar é se jogar à paixão, chutar o balde, é investir o que não se tem, é dar antes mesmo de receber, é amor em cada atitude.
Acreditar é saber que mesmo que não hajam recompensas, ainda vale a pena lutar pelas coisas boas.
Acreditar é intensificar os sentimentos, não regrar as boas intenções, é disponibilizar tempo.
Desacreditar é a ausência da fé, é reconhecer que nada pode mudar, nada será melhor do que está.
Desacreditar é não ter expectativas, é estado de estagnação.
Acreditar é sonhar mesmo acordado, é expandir horizontes, é alcançar metas, atingir objetivos é abrir a mente para coisas novas e interessantes.
Acreditar é se ferrar, é sofrer, é se lascar, é cair no precipício e ainda sim recomeçar.
Acreditar faz doer, mais faz vencer.
Só vence quem acredita.
Acreditar é acordar de manhã sem ter regras para ser feliz.
É viver um dia de cada vez intensamente.
Acreditar é seguir em frente, adiante.
Desacreditar é voltar para traz.
Acreditar é querer ser melhor hoje do que eramos ontem. É crescer, amadurecer.
Desacreditar é regredir, é perder o amor próprio e no próximo.
Acreditar é de graça mais é valiosíssimo, é raro, poucos hoje em dia acreditam.
Acreditar é para os fortes!
Desacreditar é desistir de buscar a felicidade. É se entregar a solidão é dizer não para as aventuras da vida.
Acreditar é dar um tiro no escuro  onde torcemos pra não sermos ferirmos com a munição ou ferirmos alguém ou algo.
Por sorte podemos acertar o alvo, porque ainda há esperança, mas somente para os que acreditam.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Como é bom fazer nada e depois descansar!

Quando estamos na correria do dia-a-dia, no estresse do trabalho, no ápice da bagunça familiar, envolvidos com tarefas diárias, serviços domésticos, entretidos com educação dos filhos, compromissados com amigos ou religião, academia, dentista, natação, cheios de prazos a serem cumpridos, cobranças, dividas, preocupações, problemas, doenças, feriados e copa, vida social, festas, dias curtos para muitas atividades e de repente...UMA PAUSA ACONTECE.

Seja ela em forma de férias programada ou por um afastamento forçado.

Automaticamente nosso corpo, nosso cérebro, demora para assimilar que agora é o momento de descansar.

Continuamos a acordar cedo, continuamos a buscar serviços a serem feitos, mesmo sem compromissos, sem horários, sem cobranças, sem estresses, estamos preparados para estarmos sempre alertas na ativa.

Até desacostumar com esta rotina desenfreada custa vários dias, tipo o horário de verão? Acostumou acabou! Mas quando você se dá conta, que ao invés de acordar as 6:00h da manhã você pode levantar as 10:00h, que você pode caminhar sem horário para voltar, que as tardes são livres para curtir um filme ou ler um livro, que você pode comer aquele bolinho de chuva sem sentir culpa.

É desestressante não fazer nada. Uma terapia incomparável. Sentar ao sol e se esquentar nas manhãs de inverno. Dormir no meio do dia de pijama! Ficar de pantufa o dia todo.
Sair só se for por prazer, como uma reunião com os amigos.

Não ter que fazer o cabelo, unhas ou sobrancelhas,  simplesmente desencanar da vaidade e se entregar ao descanso!

Tirar o dedo da tomada e simplesmente desacelerar, ouvir músicas, jogar conversa fora, cineminha, ou foundee, andar de bicicleta, respirar o ar gelado das manhãs, conversar com Deus, sentar ao computador por puro lazer, brincar com os filhos, jogar vídeo game, ir ao shopping, gastar dinheiro, reencontrar pessoas. 

Nossa como é bom  não fazer nada.
E ver que mesmo assim a vida continua seguindo e que tudo lá fora parece normal mesmo a gente tendo se dado esta pausa essencial e vital.

Então se tudo continua com a gente estressado, acelerado, agitado assim como desligado, pausado, tranquilo, calmos, por que escolhemos sempre o caminho mais difícil?

O bom da pausa é que podemos fazer nada e depois podemos descansar!






quinta-feira, 15 de maio de 2014

EM CIMA DO MURO!






Havia um grande muro separando dois grandes grupos. De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus. Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus. E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo. O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele:
Ei, desce do muro agora... Vem pra cá!
Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada. Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:
O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?
Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:
- É porque o muro é MEU!!!
Nunca se esqueça: Não existe meio termo. O MURO JÁ TEM DONO.
O muro já tem dono!!