sábado, 16 de agosto de 2014

Eu ACREDITO!

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EU ACREDITO!

Talvez isto me custe muito caro!
Talvez eu venha sofrer, como já sofro por acreditar demais.
Talvez acreditar seja um erro.
Talvez seja uma dádiva.
Certeza que teremos decepções, frustrações,
Acreditar nas pessoas é um risco muito alto.
Mas desacreditar, é não viver!
É não se entregar as coisas de cabeça, corpo e alma.
Desacreditar é viver com o pé atras, inseguro, infeliz, viver pela metade.
Desacreditar é achar que o mundo conspira contra nós, é viver um mundo paralelo e vazio.
Acreditar é se jogar à paixão, chutar o balde, é investir o que não se tem, é dar antes mesmo de receber, é amor em cada atitude.
Acreditar é saber que mesmo que não hajam recompensas, ainda vale a pena lutar pelas coisas boas.
Acreditar é intensificar os sentimentos, não regrar as boas intenções, é disponibilizar tempo.
Desacreditar é a ausência da fé, é reconhecer que nada pode mudar, nada será melhor do que está.
Desacreditar é não ter expectativas, é estado de estagnação.
Acreditar é sonhar mesmo acordado, é expandir horizontes, é alcançar metas, atingir objetivos é abrir a mente para coisas novas e interessantes.
Acreditar é se ferrar, é sofrer, é se lascar, é cair no precipício e ainda sim recomeçar.
Acreditar faz doer, mais faz vencer.
Só vence quem acredita.
Acreditar é acordar de manhã sem ter regras para ser feliz.
É viver um dia de cada vez intensamente.
Acreditar é seguir em frente, adiante.
Desacreditar é voltar para traz.
Acreditar é querer ser melhor hoje do que eramos ontem. É crescer, amadurecer.
Desacreditar é regredir, é perder o amor próprio e no próximo.
Acreditar é de graça mais é valiosíssimo, é raro, poucos hoje em dia acreditam.
Acreditar é para os fortes!
Desacreditar é desistir de buscar a felicidade. É se entregar a solidão é dizer não para as aventuras da vida.
Acreditar é dar um tiro no escuro  onde torcemos pra não sermos ferirmos com a munição ou ferirmos alguém ou algo.
Por sorte podemos acertar o alvo, porque ainda há esperança, mas somente para os que acreditam.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Como é bom fazer nada e depois descansar!

Quando estamos na correria do dia-a-dia, no estresse do trabalho, no ápice da bagunça familiar, envolvidos com tarefas diárias, serviços domésticos, entretidos com educação dos filhos, compromissados com amigos ou religião, academia, dentista, natação, cheios de prazos a serem cumpridos, cobranças, dividas, preocupações, problemas, doenças, feriados e copa, vida social, festas, dias curtos para muitas atividades e de repente...UMA PAUSA ACONTECE.

Seja ela em forma de férias programada ou por um afastamento forçado.

Automaticamente nosso corpo, nosso cérebro, demora para assimilar que agora é o momento de descansar.

Continuamos a acordar cedo, continuamos a buscar serviços a serem feitos, mesmo sem compromissos, sem horários, sem cobranças, sem estresses, estamos preparados para estarmos sempre alertas na ativa.

Até desacostumar com esta rotina desenfreada custa vários dias, tipo o horário de verão? Acostumou acabou! Mas quando você se dá conta, que ao invés de acordar as 6:00h da manhã você pode levantar as 10:00h, que você pode caminhar sem horário para voltar, que as tardes são livres para curtir um filme ou ler um livro, que você pode comer aquele bolinho de chuva sem sentir culpa.

É desestressante não fazer nada. Uma terapia incomparável. Sentar ao sol e se esquentar nas manhãs de inverno. Dormir no meio do dia de pijama! Ficar de pantufa o dia todo.
Sair só se for por prazer, como uma reunião com os amigos.

Não ter que fazer o cabelo, unhas ou sobrancelhas,  simplesmente desencanar da vaidade e se entregar ao descanso!

Tirar o dedo da tomada e simplesmente desacelerar, ouvir músicas, jogar conversa fora, cineminha, ou foundee, andar de bicicleta, respirar o ar gelado das manhãs, conversar com Deus, sentar ao computador por puro lazer, brincar com os filhos, jogar vídeo game, ir ao shopping, gastar dinheiro, reencontrar pessoas. 

Nossa como é bom  não fazer nada.
E ver que mesmo assim a vida continua seguindo e que tudo lá fora parece normal mesmo a gente tendo se dado esta pausa essencial e vital.

Então se tudo continua com a gente estressado, acelerado, agitado assim como desligado, pausado, tranquilo, calmos, por que escolhemos sempre o caminho mais difícil?

O bom da pausa é que podemos fazer nada e depois podemos descansar!






quinta-feira, 15 de maio de 2014

EM CIMA DO MURO!






Havia um grande muro separando dois grandes grupos. De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus. Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus. E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo. O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele:
- Ei, desce do muro agora... Vem pra cá!
Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada. Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:
- O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?
Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:
- É porque o muro é MEU!!!
Nunca se esqueça: Não existe meio termo. O MURO JÁ TEM DONO.
O muro já tem dono!!

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Texto Lindinho, ganhei da Gigi: SER MÃE!


E você ? Já fez seu balanço?


Ontem meditei sobre a morte.
 
Me lembro quando era adolescente eu dizia: “antes de morrer eu quero me casar”.
Me lembro quando era jovem após ter me casado,  dizia: “antes de morrer quero ter meus filhos”.
Hoje após 15 anos de casamento com 2 filhas lindas ainda pequenas, eu digo: “quero as ver formadas e conhecer meus netos”.
E por aí vai nossa pretensão de continuar a viver.

Mas ontem em minha visão resolvida da vida, parei e pensei.

Se eu morresse hoje, diria que aproveitei minha vida ao máximo, ou quase ao máximo.

Tive mais conquistas do que derrotas.
Criei mais amigos do que inimigos.
Superei traumas, venci obstáculos, ultrapassei barreiras, que só Deus foi capaz de me acompanhar.
Me decepcionei várias vezes, senti raiva, ódio, pequei, menti, forcei a barra, sofri, enfrentei sozinha furacões e maremotos.
Me tornei forte e corajosa, cresci na marra e ainda estou firme.
Quis ter razão ao invés de ter paz, mas me arrependi de algumas coisas.
Briguei muito, ergui a voz, ganhei várias brigas, mas nem um troféu eu levei para casa por conta delas e muitas delas até me esqueci;
“Mas as brigas que eu perdi estas sim eu nunca esqueci” (Pato Fú)
Tive dias ruins e não foram poucos, mas em compensação tive dias maravilhosos!
Dias simples onde dei muitas risadas.
Dias apaixonantes como encontrar em meu namorado um eterno companheiro.
Dias inesquecíveis como o nascimento de minhas filhas.
Dias únicos como ter entregue minha vida ao Senhor.
Dias de milagres e curas divinas.
“Dias de paz e dias a mais”. (J.Quest)

 Tive tardes sem fazer nada e dias de faxina na alma.
Dias de chuva e de coberta,  dias de beleza e compras.
Muitos dias de dividas e cobranças.
Em geral poucos dias de mau humor, a TPM quase não me atingiu.
Pouco dias de magra e muitos dias de gorda.
Dias de parque, de viagens, de brincadeiras, de homenagens, de reuniões e cinema.
Noites enamoradas, de baladas, noites com a galera.
Amizades não me faltaram e como fui privilegiada pois muitas delas sinceras e eterna.
Criei vínculos com pessoas que jamais vou esquecer, tive sorte, pois me faltaram parentes mas sobraram amigos.

 Tive dias eternos, que não passavam nunca como ver minhas filhar falarem, andarem, sorrirem, aprenderem, crescerem alegres e sadias.
Dias abençoados de as verem no caminho do Senhor, buscando fazer o bem.
Dias intermináveis, quando elas adoeciam.

Dias que ajudei muita gente e dias que fui ajudada.
Dias de gratidão!
 
Ontem fiz um balanço da minha vida
E no final do razonete me espantei com o resultado!
Posso dizer que fui feliz, senti a felicidade na carne e no espírito.
Acredito que passei mais de 90% do meu tempo sorrindo, rindo, gargalhando, tirando sarro das situações. (valeu a pena!)

E tudo que vivi foi por conta do GRANDE Amor de Deus sobre minha vida.

“Se chorei ou se sorri o importante é que emoções eu vivi”. (R.Carlos)

Até aqui valeu a pena ter vivido, se eu morresse hoje,

Diria que eu aproveitei bem meu tempo tentando ser feliz.

E na fase adulta eu ainda quero dizer: quero viver até a velhice pois desejo comprar uma casa de praia, levar meus netos para passar as férias de julho e dezembro.
Caminhar beira mar, fazer dança de salão com meu “veiô”, fazer ioga, dormir a tarde, fritar bolinhos de chuva, tingir meu cabelo de vermelho e ter um Basset Hound.

Enfim quero viver muito tempo.

 Isto só depende de Deus!